Sino dos ventos

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quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Tomate seco caseiro



Tomate seco é uma delícia e é possível preparar em casa.
Quer fazer? Então acompanhe o passo a passo, não tem como errar.

Escolha tomates bem maduros, de preferência o italiano. Aproveite e faça bastante para aproveitar o tempo de forno, que é longo! Se você usar 2Kg de tomates, encherá quase duas formas grandes. Se couberem no seu forno, vale a pena!
Lave os tomates e corte-os ao meio. Retire as sementes usando uma colher. Disponha-os na forma, com a casca para baixo. Faça uma mistura de 1 xícara (chá) de açúcar refinado e 1 colher (sopa) rasa de sal. Espalhe metade dessa mistura sobre os tomates.


Leve-os ao forno, assando em fogo baixo (170°C) por 1h30. Retire do forno, vire-os com a casca para cima, despeje a outra metade da mistura de açúcar e sal e leve de volta ao forno. Deixe mais 1h00 com a porta do forno entreaberta (use uma colher de pau encaixada no canto da porta pra deixar uma frestinha). Depois dessa 1h, vire-os novamente e deixe o tempo necessário para que eles fiquem no ponto. Algumas pessoas não gostam do tomate muito seco. Se achar que precisa desidratar mais, é só deixar mais tempo.

Para guardar, use potes de vidro limpos. Coloque neles uma mistura de azeite de oliva (extra-virgem ou não) e vinagre de arroz, na proporção aproximada de 6:1. Aproveite para colocar uns temperinhos: um dente de alho, um raminho de tomilho ou alecrim, sementinhas de mostarda. É importante que os tomates fiquem totalmente encobertos pelo azeite.


Se for consumir nos próximos 2 dias, pode deixar fora da geladeira. Se não, guarde na geladeira por até 3 semanas. Na geladeira, o azeite vai dar uma cristalizada, ficar meio branquinho. Não se preocupe, apenas alguns minutinhos em temperatura ambiente e ele já volta a ser o que era!



Imagens: Google Imagens






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quarta-feira, 6 de junho de 2018

Pudim de leite (não vai ao forno)




Ingredientes:
2 latas de leite condensado 
2 latas de creme de leite 
1 xícara (chá) de leite  
1 envelope de gelatina em pó sem sabor

Calda: 
2 xícaras de açúcar 
1 xícara de água 

Preparo:
Dissolva a gelatina no leite e coloque no liquidificador junto com os demais ingredientes, bata até que se forme uma mistura homogênea. Unte uma forma com manteiga e coloque essa mistura. Leve à geladeira por 3 horas. 

Para a calda:
Derreta o açúcar em fogo brando, coloque a água e deixe ferver até a calda se formar. Deixe esfriar, desenforme o pudim e coloque a calda por cima.




Crédito
Imagem e receita: Receitas Gshow




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sexta-feira, 31 de março de 2017

Cobertura de vidro para bolos



Você já deve ter visto, pelo menos uma imagem, dos bolos com cobertura de vidro. Eles são a nova mania, e tudo por “culpa” de uma confeiteira russa que além de fazer bolos maravilhosos também é um excelente fotógrafa. As imagens dos bolos são inacreditáveis e os mestres da culinária revelam o truque: gelatina! Isto mesmo, um ingrediente que todo mundo já tem em casa e nem é muito difícil de fazer.




Receita da cobertura de vidro

Ingredientes:
20gr de gelatina em pó sem sabor
120ml de água
300gr de glucose em pó (vendida em loja de artigos para culinária)
300gr de açúcar
150ml de água
200ml de leite condensado
300gr de chocolate em barra derretido
corante alimentício

Como fazer:
Dissolva a gelatina em pó em 120ml de água. Em uma panela, ferva a glucose, o açúcar mais 150ml de água. Retire do fogo e acrescente a gelatina. Adicione o leite condensado e mexa a mistura. Despeje sobre o chocolate derretido e use uma batedeira para remover as bolhas de ar. Acrescente o corante na cor que desejar para garantir o efeito “vidro”. Para dar o acabamento de brilho, o bolo deve estar gelado, pois, se estiver quente, pode derreter a mistura.





Imagens: Olga Noskovaa







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sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Gengibre cristalizado



Ingredientes:

3 xícaras (chá) de gengibre sem pele (350gr)
5 xícaras (chá) de açúcar
1/2 xícara (chá) de água (120ml)



Preparo:

Corte o gengibre em fatias bem finas. Coloque em uma panela, cubra com água e leve ao fogo até ferver. Escorra bem. Acrescente 1/2 xícara de água e o açúcar. Leve ao fogo mexendo até dissolver o açúcar. Deixe cozinhar, mexendo de vez em quando, a medida que a calda for engrossando. Quando estiver secando, mexa sem parar para não queimar.Quando estiver quase seco, apague o fogo ou deixe bem baixinho e continue mexendo até açucararar, secar e separar bem as fatias, ficando bem soltinho. Depois de frio, coloque num pote bem tampado. Em ambiente seco dura muitos dias. Sirva com sorvete, pavês, frutas frescas ou simplesmente coma puro. Além de gostoso, faz um bem enorme para a garganta. Experimente também fazer casca de limão siciliano cristalizado.

 
 






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sexta-feira, 22 de julho de 2016

Curiosidades da gastronômia brasileira


Imigrantes, escravos e índios adaptaram diversas receitas estrangeiras e abrasileiraram comidas que quase se transformaram em símbolos nacionais. Entretanto suas origens vieram de bem longe do Brasi.


Pastel

O pastel ficou famoso no Brasil na versão frita. Rapidamente conquistou o paladar dos brasileiros de tal maneira, que se transformou numa criação nacional, mas a história desta deliciosa massa frita começou bem longe das terras tupiniquins.

O pastel tem sua origem na Península Ibérica. Na Idade Média, já existiam receitas de massas recheadas que eram levadas ao forno, porém foi na região Ibérica que tiveram a ideia de fritar essa massa.

Há ainda a comparação com o rolinho primavera chinês e com a gyosa, da culinária japonesa. A mais respeitada das teorias afirma que o pastel chegou ao Brasil graças à imigração chinesa. Com a adaptação dos pratos orientais, surgiu no país o saboroso pastel.

E a dúvida cruel: "pastel de flango" é chinês ou japonês? O pastel chegou ao Brasil pelos chineses, mas vemos muitos japoneses encarregados de pastelarias espalhadas pelo país, devido a Segunda Guerra Mundial e a aliança do Japão com a Alemanha nazista. Para evitar a perseguição dos nazistas, os japoneses passaram a abrir pastelarias pelo Brasil, se passando por chineses.




Bolinho de chuva

O bolinho de chuva se tornou popular no Brasil graças à personagem Tia Anastácia, do Sítio do Pica Pau Amarelo, de Monteiro Lobato. Hoje está tão arraigado na cultura brasileira, que muitos se esquecem que o quitute surgiu em Portugal, derivado de outra guloseima lusitana, a Bola de Berlim, mais conhecida no Brasil como "sonho".

A massa do bolinho de chuva é bem semelhante à da Bola de Berlim. A principal diferença é que os sonhos ficavam em bandejas, cercados por açúcar fino e canela em pó, assim como, atualmente, é servido o bolinho de chuva. A diferença fica por conta do recheio, já que não há creme nos quitutes da Tia Anastácia.

Em sua versão original, no final do século XVIII, o bolinho era feito com mandioca ou cará. O trigo era pouco e muito caro pois vinha de Portugal, e raras eram as receitas com a "farinha do reino". Em compensação, o bolinho era feito com ovos, açúcar, leite, e frito em gordura de porco. Tinha  nomes carinhosos como Quero Mais, Quero Quero ou Desmamados. Sem ter a pretensão de ser doce de Sinhá, nem ter a delicadeza dos complicados pontos de caldas, das massas moldadas durante horas por mãos finas e delicadas, sua vocação sempre foi o sabor e o encanto dos olhos das crianças, que ansiavam pela hora em que eles saíam dos tachos dos fogões de lenha, quando eram generosamente polvilhados com açúcar e canela perfumada. Descontraídos, afetivos, leves, por muito tempo foram a comida do entrudo, o carnaval de então. Eram chamados de Filós de Carnaval. Levavam o sabor de mãos escravas e, talvez por isso, alguma sinhazinha ciumenta tenha lhes apelidado de Bolinhos de Negra. Muitas escravas saíram do anonimato para ligar seus nomes a essa receita: Bolinhos da Negra Ambrósia ou da Negra Marcionila.

Sem dúvida alguma, a mais famosa entre as autoras do bolinho foi criada por Monteiro Lobato: Tia Anastácia. Não há episódio entre as histórias do Sítio do Pica-Pau Amarelo que não termine com Narizinho, Emília e Pedrinho comendo os deliciosos bolinhos.

Mas porque bolinho de chuva? Talvez porque alguém, em alguma tarde de chuva do século XX, tenha dito que os bolinhos traziam alegria às horas em que não se podia correr ou brincar nos quintais por causa do tempo chuvoso.

Bolinho de chuva lembra infância e me lembro quando eu e minha irmã éramos crianças. Lembro da minha mãe perguntando: querem bolinho de chuva? Ela dizia que o bolinho só podia ser feito nos dias de chuva, pois o ingrediente mais especial, era justamente a magia da chuva. Se ele fosse feito em um dia de sol, não ficaria tão gostoso. Ela dizia que a chuva ficava feliz, porque ela sempre gostou muito de bolinho e que sempre que ela "chovia" era como se estivesse pedindo para fazer o bolinho. A chuva ficando feliz, mandava uma mágica para a receita, e o bolinho ficava mais especial. E ficava mesmo! Mas também já comi muito bolinho de chuva em dia de sol. Hoje, já crescidinha, eu mesma faço meus bolinhos de chuva, seja em dias de chuva ou de sol. E a magia continua acontecendo! 




Polenta

Pode até parecer que foi criada no Brasil, mas a polenta na verdade é italiana. Hoje é produzida à base de farinha de milho, mas no passado era preparada a base de farinha de aveia, trigo e outros cereais. Durante o Império Romano, a polenta era o principal prato local.

No Brasil inicialmente a polenta era preparada apenas na versão cremosa. Mais tarde surgiram as versões frita e grelhada. Durante séculos o prato era muito comum em comunidades pobres, que a utilizavam como principal fonte nutritiva para aguentar trabalhos braçais, mas atualmente a polenta é encontrada em diversos restaurantes de comida típica italiana e brasileira.




Quindim

A dúvida quanto a origem do quindim se divide em três localidades. Afinal, essa deliciosa guloseima é brasileira, africana ou portuguesa? Os portugueses têm a fama de apresentarem diversos doces à culinária mundial e com o quindim não foi diferente. Nos conventos de Portugal surgiu um doce chamado "brisas do lis" que era preparado com ovos, açúcar e amêndoas.

O quindim brasileiro é muito parecido, mas no lugar das amêndoas, foi incluído o coco, um produto tipicamente nacional. Essa nova receita surgiu no nordeste do país e teve grande influência africana, inclusive no nome, pois a palavra quindim é originária da África. Com isso, o Quindim é uma deliciosa e saborosa mescla de sabores das culinárias portuguesa, brasileira e africana.











Créditos:
Imagem: Google Imagens







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sábado, 14 de maio de 2016

Bolo prestigio em banho-maria com auto cobertura

Esta receita faz um bolo de 25cm de diâmetro. O coco ralado poder ser em flocos ou o mais fino - fica bom com qualquer um. Então vamos à receita.
  
Para o creme de coco:
  • 1 lata de leite condensado
  • 1 ovo
  • 100ml de leite
  • 1 colher (sopa) de farinha de trigo
  • 100g de coco ralado

 Para a massa de chocolate:
  • 300ml de leite
  • 150g de manteiga
  • 190g de farinha de trigo
  • 190g de açúcar
  • 140g de chocolate em pó (50% cacau)
  • 1 colher (sopa) de fermento em pó
  • 2 ovos
Unte com manteiga e polvilhe com açúcar uma forma de furo central com 25cm de diâmetro e pelo menos 8cm de altura. Não use numa forma com medidas menores. Prepare um banho-maria e aqueça o forno a 200 graus.

Prepare o creme de coco: numa tigela média, misture todos os ingredientes muito bem. Passe para a forma preparada e reserve na geladeira ou freezer.

Prepare a massa: aqueça o leite e misture com a manteiga até derreter. Numa tigela grande, misture os ingredientes secos. Junte o leite com a manteiga e os ovos, misturando até ficar homogêneo.

Coloque com cuidado a massa sobre o creme de coco para não misturar (use uma concha e vá distribuindo aos poucos). Leve ao banho-maria por 40/50 minutos ou até passar no teste do palito.

Deixe esfriar fora do forno e desenforme morno. Sirva em temperatura ambiente.




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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Bolo integral de aveia e maçã



Ingredientes:
3 ovos
1/2 xícara (chá) de leite
1/3 xícara (chá) de óleo
1 maçã pequena cortada em 4

1 xícara (chá)de açúcar mascavo 
1 colher (sobremesa) de canela em pó 
1 xícara (chá) de farinha de trigo
1 e 1/2 xícara (chá) de aveia em flocos 
1 colher (sobremesa) de fermento em pó
1 maçã pequena descascada cortada em cubinhos.

 

Preparo:
Bata os 6 primeiros ingredientes no liquidificador até homogeneizar. Adicione aos poucos a farinha e a aveia, batendo a cada adição. Sem bater, junte o fermento e a maçã em cubinhos e mexa delicadamente com uma colher. Despeje a massa em forma com cone central (23cm de diâmetro) untada e enfarinhada. Asse por 30-50 minutos em forno moderado e preaquecido (180°).

Atenção: o tempo para assar pode variar entre 30 e 50 minutos, conforme o modelo do forno
.



Crédito da imagem: Google



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terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Pão de minuto

A dúvida: o nome correto é pão de minuto ou pão diminuto? Pois bem, o tal pão é bem diminuto, pequeno, mas o nome correto é "de minuto". De origem portuguesa, o pão de minuto é conhecido assim por ficar pronto mais rápido que os pães com receitas mais tradicionais.

Esta receita é fácil, rápida e fica uma delícia. Que tal fazer para o lanche da tarde? Então vamos lá, mãos à massa!

Ingredientes:
3 ovos
3 colheres (sopa) de açúcar
1 colher (café) de sal rasa
1/2 copo (americano) de óleo
60g de fermente fresco
1 kg de farinha de trigo
2 copos (americano) de leite morno


Preparo:
Bata tudo no liquidificador por alguns minutos (menos a farinha de trigo). Coloque em uma vasilha grande e acrescente aos poucos a farinha de trigo peneirada, até desgrudar das mãos. Deixe crescer por 30 minutos. Enrole e leve ao forno preaquecido. Tempo de preparo: 1h 30.




Crédito: Google Imagem 







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sábado, 25 de outubro de 2014

Bolo de milho fácil, rápido e delicioso

Faço um bolo de milho, muito fácil e rápido. Há algum tempo venho tentando postar a receita, mas não conseguia fotografar, pois o bolo sempre acabava rapidinho. Hoje quase não consigo fotografar, pois nem deixaram desenformar para começarem a comer.

 
Uma receita rende uma forma retangular grande.

Fofinho.

 Ótimo para o lanche da tarde.



Vamos à receita!

Ingredientes: 1 lata (200gr) de milho em conserva, 1/2 xícara (chá) de água, 1/2 xícara (chá) de óleo, 1 lata (395gr) de leite condensado, 3 ovos, 2 e 1/2 xícaras (chá) de farinha de trigo e 1 colher (sopa) de fermento em pó.

Preparo: Bata o milho no liquidificador com a água. Passe pela peneira. Recoloque no liquidificador. Junte o óleo, o leite condensado, os ovos e bata novamente. Despeje em uma tigela e acrescente a farinha de trigo e o fermento em pó, mexendo bem. Despeje a massa em forma untada e enfarinhada e leve ao forno pré-aquecido.





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quinta-feira, 6 de junho de 2013

Gengibre em conserva


O gengibre não é uma raiz e sim um rizoma, ou seja, um caule subterrâneo. Tem sabor forte, picante e aroma característico, além de algumas propriedades medicinais (gripes, resfriados, tosses, enjoos, infecções e inflamações). É muito utilizado na culinária indiana em quase todos os pratos salgados e doces. No Brasil ainda é pouco consumido, a não ser na época das festas juninas, pois é ingrediente indispensável na preparação do quentão.

Em pedaços, dá sabor a caldos, sopas e cozidos, mas deve ser descartado ao final do cozimento.

Em pó, pode ser adicionado nas massas de tortas salgadas ou doces, no tempero de carnes suínas e bovinas, saladas, molhos cremosos, peixes, frutos do mar e frango. Misturado ao molho de soja e um pouco de óleo de gergelim ou azeite, resulta num molho delicioso para a salada. Ou ainda misturado ao mel.



Gengibre (rizoma)

 
Folhagem

 .
Gengibre (rizoma, em pó e em cápsulas)

Voltando ao gengibre em conserva, costumo usar nas refeições e adoro, é uma delícia! Segue a receita:


400gr de gengibre fresco (pouco fibroso, mais suculento e suave, casca de cor clara e partes rosadas)
água o quanto necessário
1 e 1/2 xícara de açúcar
1 e 1/2 xícara de vinagre branco
2 colheres de chá de sal
1 pote de vidro esterilizado e com tampa

Lave e descasque o gengibre. Corte em fatias bem finas. Leve ao fogo numa panela com água um dedo acima do gengibre, cozinhando até ferver. Escorra e deixe esfriar naturalmente. À parte, misture o açúcar, o sal e o vinagre; leve ao fogo baixo. Quando ferver, acrescente o gengibre e cozinhe por 5 minutos. Despeje no pote de vidro e deixe em conserva por 2 dias antes de começar a utilizá-lo. Mantenha sempre na geladeira.

Se a sua conserva não acabar rapidinho como a minha, ela poderá ser consumida em até 6 meses.




Gengibre em conserva


Crédito das imagens: Google Images

sábado, 21 de julho de 2012

Macarrão na panela de pressão


Eu tinha o maior receio em fazer este macarrão, pois imaginava que ficaria uma papa. Mas estava completamente enganada. Além de rápido e prático, fica delicioso. Aqui em casa está aprovadíssimo!


Ingredientes:
02 colheres (sopa) de óleo
01 cebola picada
03 dentes de alho picados
orégano a gosto
pimenta do reino a gosto
1/2 kg de carne moída
01 lata de molho (bolonhesa, ervas finas ou qualquer outro)
01 lata de creme de leite
01 litro de água fervente
01 pacote de macarrão (parafuso, gravata ou qualquer outro)
200g de mussarela ralada no ralo grosso
sal a gosto


Modo de preparo:
Aqueça o óleo na panela de pressão e refogue a cebola e o alho até murcharem. Acrescente a carne moída e mexa até dourar. Adicione o molho, o creme de leite, a água fervente, o sal, o orégano, a pimenta do reino e o macarrão. Mexa devagar misturando bem os ingredientes. Tampe a panela e cozinhe por três minutos. Desligue o fogo e espere acabar a pressão. Abra a panela, transfira metade do macarrão para um refratário, cubra com metade da mussarela, coloque a outra metade do macarrão, a mussarela restante e leve ao forno para gratinar.